Pesquisar neste blogue

terça-feira, 1 de julho de 2014

AGORA "NOS" - Portal da Queixa: Penhora de Bens, 26 de junho 2014

fonte:
http://www.portaldaqueixa.com/tv-por-cabo/nos-penhora-de-bens:

NOS - Penhora de bens


 946414

Recebi hoje, dia 26 de junho de 2014, da Sra Armanda Magalhaes agente de execução ,uma carta relativa a uma penhora de bens no valor de 777,4€ + 600€ de despesas prováveis, ora eu nunca recebi uma carta da Optimus, nem nunca fui cliente da Optimus, desconheço o porquê desta penhora, gostava de saber onde me dirigir para refutar esta divida a esta empresa na qual nunca fui cliente. Já enviei um e-mail ao agente de execução a inquirir o valor e os pormenores do processo. Entretanto descobri tambem hoje que o meu reembolso de IRS foi penhorado para esta divida. tendo ja me retirado 296,41 €

terça-feira, 4 de junho de 2013

Para quem - e para o que - legislam os "nossos" deputados?

- Para que se "paga" aos deputados da suposta "Assembleia Legislativa"?... 

- Para que se "paga" a "Reguladores"?...

... se afinal é o MP que tem, que intervir e denunciar os abusos!...

não é verdade que "eles"[1] não sabem o que andam a fazer, o que é verdade é que eles sabem bem o que andam A NÃO FAZER!!!

[1] - expressão corrente para designar políticos e governantes e que é ilustrativa da proximidade entre eleitores e eleitos...

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Assistência em Viagem - prestação defeituosa, insensibilidade e "violência passiva" M1

pub em julº de 2015

Assistência em Viagem - prestação defeituosa, insensibilidade e "violência passiva" M1

Seguradora: TRANQUILIDADEAssitência: Europ AsistenceEA nº T13E819115


Momento 'um':

30 de Maio de 2013:

- às 11:53 teve lugar o telefonema a solicitar a "Assistência em Viagem" (e foi aberto aberto o processo supra indicado) tendo tido como interface a operadora;

narram os envolvidos (segurado e condutora, sua companheira):

"– cerca de meia-hora depois telefonaria alguém da central de táxis (impaciente!!!) que não conseguia identificar o local (e o KM exacto da A1), e subi a sua impaciência à medida que, inutilmente, redobravamos os detalhes de descrição do local, tendo-lhe sido pedido, exactamente, que não viesse e mandasse em sua substituição alguém mais calmo, porque estava visivelmente impaciente e não nos dava segurança para o serviço que o esperava (transportar-nos a Braga);

- 10 minutos depois - e 40 após o pedido de assistência -telefonou o condutor do reboque a pedir os mesmos dados de localização que pedira antes o taxista ou central de táxis (e ao condutor do reboque identificou à primeira" o local, isto é, afinal a nossa descrição do local era bastante ou competente!);


– já a ultrapassados os 60 minutos de espera(!!!) chegou ao local o reboque da “RC” conduzido por TS, 
– e poucos minutos depois chegou também o Táxi XX-XX-XX, da empresa S e conduzido por B;
– a viatura foi carregada para o reboque (cujo condutor, referiu a questão do transporte combinado e de seguida, iniciou a viagem continuando no sentido Sul-Norte;
- os passageiros (tomador e condutora), entraram no táxi, que iniciou também a viagem no sentido Sul-Norte, atrás do reboque;

– mas cerca de 2 km adiante e depois de passar a portagem - saída para Santarém - quer o reboque, quer o táxi, encostaram à direita no largo após a portagem, os condutores apearam-se e e iniciaram uma estranha conferência, em jeito de quem espera alguma decisão;
– Quando estas paragem e conferência já causavam alguma estranheza, o segurado, apesar de aleijado, apeou-se e obrigou os condutores do reboque e do táxi a explicar o que faziam ali retidos às ordens (ou caprichos) deles, 
– Tendo-lhes sido comunicado que da parte da assistência em Viagem estavam a “fazer contas” e a decido se era mais económico para a “Assistência em Viagem” - EA levar-nos de táxi ao destino, ou entregar-nos um automóvel de aluguer, ou ainda pagar-nos o bilhete de autocarro ou comboio (?!).
-  face a este quadro (que se viria a revelar tão abusivo quanto insensível e ultrajante), encetarmos contactos quer com a Assistência em Viagem (EA), quer com o Gabinete do Mediador do Segurado (a empresa S'), diligenciando e pressionando para que para que alguém tivesse o bom-senso de não tentar sequer prosseguir um tal abuso.
Ainda sem qualquer decisão quanto ao nosso transporte, ao cabo de meia hora os condutores do taxi e do reboque receberam ordens para, respectivamente, o primeiro seguir para o parque da RC e o seguindo para seguir para as instalações da Turiscar em Santarém. Eram já as 13:30 e quando chegamos junto da Turiscar estava fechada para almoço.
Por azar, nesse dia o funcionário chegou por volta das 14:45 (!!!), mantendo-se ali ao pé de nós durante esta espera de mais de uma hora, qual ordenança, o taxista B, suspenso ele também das (in)decisões da EA;

(abaixo, elementos do estado de saúde e das patologias do referido passageiro, por acaso, o dono da viatura e tomador do seguro)

Assistência em Viagem - prestação defeituosa, insensibilidade e "violência passiva" M0

pub em julº de 2015

Assistência em Viagem - prestação defeituosa, insensibilidade e "violência passiva" M0

Seguradora: TRANQUILIDADEAssitência: Europ AsistenceEA nº T13E819115

Momento 'zero':

30 de Maio de 2013:
Passa um pedaço das 11 da manhã e circula na A1, no sentido Lisboa Porto, uma viatura VW Passat conduzida por uma Senhora com 50 anos e transportando um cidadão com 56 anos e num gravoso estado de saúde; o que comummente se designa como alguém que está "entrevado", sem autonomia funcional e apoiado por 'canadianas' (vulgo, "muletas").

Já a um par de quilómetros da saída para Santarém, irrompe brusca e assustadoramente de sob o capot da viatura uma enorme nuvem de fumo, o que levou a condutora a imobilizar rapidamente a viatura na berma da autoestrada (já com o motor em falência). 

Depois de ter ajudado a sair da viatura e rapidamente o segurado - enfermo - e remover alguns bens e bagagem (temendo que o fumo pudesse ser o início de algo mais grave), berto o capot da viatura aguardou-se que o fumo se dissipasse, que o motor arrefecesse, tendo ficado visíveis os sinais que apontavam para o diagbóstico que cerca de 10 dias mais tarde seria ditado pela oficina: 

motor gripado!

Confirmada a impossibilidade de prosseguir a viagem - nem sequer era já possível ligar o motor - restava suscitar um episódio de Assistência em Viagem ao abrigo da apólice de seguros.

Quem tem uma vivência de décadas nesta matéria sabe o que se passaria de seguida,:

1 - estando a viatura a quase 300 km da morada do segurado/tomador do seguro, seria rebocada (ou transportada) para um entreposto e funcionaria depois um sistema de "transporte combinado", graças ao qual a viatura chegaria ao destino em 3 ou 4 dias, o que se compreende e se aceita: ficaria muito caro à seguradora mandar rebocar (ou transportar) a viatura directamente à sede (ou morada) do segurado/ tomador;

2 - já coisa muito diferente são os passageiros; e para deslocar os passageiros, será mobilizado um táxi que os levará ao destino...

(abaixo, a espera na autoestrada) 



segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Taxa de Activação "travestida" de mensalidade

Proibidas e extintas há muito as cauções dos contratos de fornecimento dos "serviços essenciais" e depois das operadoras de telecomunicações terem "deixado" de cobrar as famigeradas taxas de instalação (fosse por questões de concorrência, fosse por acção do Regulador), pelo menos as duas maiores operadoras (ZON e PT) retomaram as taxas de instalação através do seguinte subterfúgio:
                            - Poucos dias após a instalação surge a primeira factura que antecipa a cobrança da 1ª mensalidade e a partir daí estará sempre pago um mês por adiantado. Daqui resulta, por um lado, um desvirtuamento do próprio contrato porque se converte um serviço pós-pago - facturação no fim do período, isto é, do mês - num serviço pré-pago. Por outro, cobra-se uma mensalidade à cabeça, mensalidade que não chegará a ser descontado no final do contrato, atenta a forma como (não) são acatadas pelas operadoras os ordens de desinstalação (e a resolução dos contratos).
 
Apesar de se somarem as queixas e reclamações, até ver, nem as operadoras mudam o comportamento, nem o regulador toma posição...


"Venho por este meio alertar para os abusos que a Zon fez comigo.
zon netcabo1 Zon (más práticas e abuso)Fiz recentemente a alteração para o Zon Iris, acontece que quando recebi a factura para pagamento, paguei dois meses de serviço, sendo que o ultimo mês a que a factura diz respeito ainda estava a decorrer, ou seja estou a pagar um serviço que ainda não usufruí e como tenho débito em conta só dei por esta situação depois de concretizada.
No seguimento da reclamação que fiz à Zon, fiquei a saber que por ter alterado o serviço, a facturação tambem foi alterada, sendo agora prática corrente ter que pagar nestas condições.
Fiquei tambem a saber pelos serviços da Zon quando fiz a reclamação que, quando fiz a alteração de tarifário fiquei com uma fidelização de 12 meses, apesar de, na altura que fiz esse pedido nunca ter sido informado desta situação.

Para finalizar, o resultado da minha reclamação foi:
Tenho que pagar como eles querem.
E apesar de não ter sido informado, tenho a fidelização.
Sinto-me burlado."