- Para que se "paga" aos deputados da suposta "Assembleia Legislativa"?...
- Para que se "paga" a "Reguladores"?...
... se afinal é o MP que tem, que intervir e denunciar os abusos!...
não é verdade que "eles"[1] não sabem o que andam a fazer, o que é verdade é que eles sabem bem o que andam A NÃO FAZER!!!
[1] - expressão corrente para designar políticos e governantes e que é ilustrativa da proximidade entre eleitores e eleitos...
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terça-feira, 4 de junho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Assistência em Viagem - prestação defeituosa, insensibilidade e "violência passiva" M1
pub em julº de 2015
Assistência em Viagem - prestação defeituosa, insensibilidade e "violência passiva" M1
Seguradora: TRANQUILIDADEAssitência: Europ Asistence, EA nº T13E819115
Momento 'um':
30 de Maio de 2013:
- às 11:53 teve lugar o telefonema a solicitar a "Assistência em Viagem" (e foi aberto aberto o processo supra indicado) tendo tido como interface a operadora;
narram os envolvidos (segurado e condutora, sua companheira):
"– cerca de meia-hora depois telefonaria alguém da central de táxis (impaciente!!!) que não conseguia identificar o local (e o KM exacto da A1), e subi a sua impaciência à medida que, inutilmente, redobravamos os detalhes de descrição do local, tendo-lhe sido pedido, exactamente, que não viesse e mandasse em sua substituição alguém mais calmo, porque estava visivelmente impaciente e não nos dava segurança para o serviço que o esperava (transportar-nos a Braga);
- 10 minutos depois - e 40 após o pedido de assistência -telefonou o condutor do reboque a pedir os mesmos dados de localização que pedira antes o taxista ou central de táxis (e ao condutor do reboque identificou à primeira" o local, isto é, afinal a nossa descrição do local era bastante ou competente!);
- às 11:53 teve lugar o telefonema a solicitar a "Assistência em Viagem" (e foi aberto aberto o processo supra indicado) tendo tido como interface a operadora;
narram os envolvidos (segurado e condutora, sua companheira):
"– cerca de meia-hora depois telefonaria alguém da central de táxis (impaciente!!!) que não conseguia identificar o local (e o KM exacto da A1), e subi a sua impaciência à medida que, inutilmente, redobravamos os detalhes de descrição do local, tendo-lhe sido pedido, exactamente, que não viesse e mandasse em sua substituição alguém mais calmo, porque estava visivelmente impaciente e não nos dava segurança para o serviço que o esperava (transportar-nos a Braga);
- 10 minutos depois - e 40 após o pedido de assistência -telefonou o condutor do reboque a pedir os mesmos dados de localização que pedira antes o taxista ou central de táxis (e ao condutor do reboque identificou à primeira" o local, isto é, afinal a nossa descrição do local era bastante ou competente!);
– já a ultrapassados os 60 minutos de espera(!!!) chegou
ao local o reboque da “RC”
conduzido por TS,
– e poucos minutos depois chegou também o Táxi XX-XX-XX, da empresa S e conduzido por B;
– a viatura foi carregada para o reboque (cujo
condutor, referiu a questão do transporte combinado e de seguida, iniciou a viagem continuando no sentido
Sul-Norte;
- os passageiros (tomador e condutora), entraram no táxi, que iniciou também a viagem no sentido Sul-Norte, atrás do reboque;
– mas cerca de 2 km adiante e depois de passar a
portagem - saída para Santarém - quer o reboque, quer o táxi, encostaram à direita no largo após a
portagem, os condutores apearam-se e e iniciaram uma estranha conferência, em jeito de quem
espera alguma decisão;
– Quando estas paragem e conferência já causavam
alguma estranheza, o segurado, apesar de aleijado, apeou-se e obrigou os
condutores do reboque e do táxi a explicar o que faziam ali retidos às ordens (ou caprichos) deles,
– Tendo-lhes sido comunicado que da parte da assistência
em Viagem estavam a “fazer contas” e a decido se era mais económico
para a “Assistência em Viagem” - EA levar-nos
de táxi ao destino, ou entregar-nos um automóvel de aluguer, ou ainda pagar-nos o bilhete de autocarro ou comboio (?!).
- face a este quadro (que se viria a revelar tão abusivo quanto insensível e ultrajante), encetarmos
contactos quer com a Assistência em Viagem (EA), quer com o Gabinete do Mediador do Segurado (a empresa S'), diligenciando e pressionando para que para que alguém tivesse o bom-senso de não tentar sequer prosseguir um tal
abuso.
Ainda sem qualquer decisão quanto ao nosso transporte, ao cabo de meia hora os condutores do taxi e do reboque receberam ordens para, respectivamente, o primeiro seguir para o parque da RC e o seguindo para seguir para as instalações da Turiscar em Santarém. Eram já as 13:30 e quando chegamos junto da Turiscar estava fechada para almoço.
Por azar, nesse dia o funcionário chegou por volta das 14:45 (!!!), mantendo-se ali ao pé de nós durante esta espera de mais de uma hora, qual ordenança, o taxista B, suspenso ele também das (in)decisões da EA;
(abaixo, elementos do estado de saúde e das patologias do referido passageiro, por acaso, o dono da viatura e tomador do seguro)
Assistência em Viagem - prestação defeituosa, insensibilidade e "violência passiva" M0
pub em julº de 2015
motor gripado!
(abaixo, a espera na autoestrada)
Assistência em Viagem - prestação defeituosa, insensibilidade e "violência passiva" M0
Seguradora: TRANQUILIDADEAssitência: Europ Asistence, EA nº T13E819115
Momento 'zero':
30 de Maio de 2013:
Passa um pedaço das 11 da manhã e circula na A1, no sentido Lisboa Porto, uma viatura VW Passat conduzida por uma Senhora com 50 anos e transportando um cidadão com 56 anos e num gravoso estado de saúde; o que comummente se designa como alguém que está "entrevado", sem autonomia funcional e apoiado por 'canadianas' (vulgo, "muletas").
Já a um par de quilómetros da saída para Santarém, irrompe brusca e assustadoramente de sob o capot da viatura uma enorme nuvem de fumo, o que levou a condutora a imobilizar rapidamente a viatura na berma da autoestrada (já com o motor em falência).
Depois de ter ajudado a sair da viatura e rapidamente o segurado - enfermo - e remover alguns bens e bagagem (temendo que o fumo pudesse ser o início de algo mais grave), berto o capot da viatura aguardou-se que o fumo se dissipasse, que o motor arrefecesse, tendo ficado visíveis os sinais que apontavam para o diagbóstico que cerca de 10 dias mais tarde seria ditado pela oficina:
Depois de ter ajudado a sair da viatura e rapidamente o segurado - enfermo - e remover alguns bens e bagagem (temendo que o fumo pudesse ser o início de algo mais grave), berto o capot da viatura aguardou-se que o fumo se dissipasse, que o motor arrefecesse, tendo ficado visíveis os sinais que apontavam para o diagbóstico que cerca de 10 dias mais tarde seria ditado pela oficina:
motor gripado!
Confirmada a impossibilidade de prosseguir a viagem - nem sequer era já possível ligar o motor - restava suscitar um episódio de Assistência em Viagem ao abrigo da apólice de seguros.
Quem tem uma vivência de décadas nesta matéria sabe o que se passaria de seguida,:
1 - estando a viatura a quase 300 km da morada do segurado/tomador do seguro, seria rebocada (ou transportada) para um entreposto e funcionaria depois um sistema de "transporte combinado", graças ao qual a viatura chegaria ao destino em 3 ou 4 dias, o que se compreende e se aceita: ficaria muito caro à seguradora mandar rebocar (ou transportar) a viatura directamente à sede (ou morada) do segurado/ tomador;
2 - já coisa muito diferente são os passageiros; e para deslocar os passageiros, será mobilizado um táxi que os levará ao destino...
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Taxa de Activação "travestida" de mensalidade
Proibidas e extintas há muito as cauções dos contratos de fornecimento dos "serviços essenciais" e depois das operadoras de telecomunicações terem "deixado" de cobrar as famigeradas taxas de instalação (fosse por questões de concorrência, fosse por acção do Regulador), pelo menos as duas maiores operadoras (ZON e PT) retomaram as taxas de instalação através do seguinte subterfúgio:
- Poucos dias após a instalação surge a primeira factura que antecipa a cobrança da 1ª mensalidade e a partir daí estará sempre pago um mês por adiantado. Daqui resulta, por um lado, um desvirtuamento do próprio contrato porque se converte um serviço pós-pago - facturação no fim do período, isto é, do mês - num serviço pré-pago. Por outro, cobra-se uma mensalidade à cabeça, mensalidade que não chegará a ser descontado no final do contrato, atenta a forma como (não) são acatadas pelas operadoras os ordens de desinstalação (e a resolução dos contratos).
Apesar de se somarem as queixas e reclamações, até ver, nem as operadoras mudam o comportamento, nem o regulador toma posição...
"Venho por este meio alertar para os abusos que a Zon fez comigo.
Fiz recentemente a alteração para o Zon Iris, acontece que quando recebi a factura para pagamento, paguei dois meses de serviço, sendo que o ultimo mês a que a factura diz respeito ainda estava a decorrer, ou seja estou a pagar um serviço que ainda não usufruí e como tenho débito em conta só dei por esta situação depois de concretizada.No seguimento da reclamação que fiz à Zon, fiquei a saber que por ter alterado o serviço, a facturação tambem foi alterada, sendo agora prática corrente ter que pagar nestas condições.
Fiquei tambem a saber pelos serviços da Zon quando fiz a reclamação que, quando fiz a alteração de tarifário fiquei com uma fidelização de 12 meses, apesar de, na altura que fiz esse pedido nunca ter sido informado desta situação.
Para finalizar, o resultado da minha reclamação foi:
Tenho que pagar como eles querem.
E apesar de não ter sido informado, tenho a fidelização.
Sinto-me burlado."
terça-feira, 24 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
PT, abuso de poder/posição dominante; falta de transparência...
Cobrar 30 cêntimos para se
aceder a um serviço sobretudo – i.e., a esmagadora maioria das vezes - porque
o funcionamento é deficiente ou não existe, ou para reclamar por erros de facturação,
ou seja, para
- RESOLVER PROBLEMAS DELE (SERVIÇO),
- ou RESOLVER PROBLEMAS COM QUE ELE (SERVIÇO) ME PREJUDICA
- ou ainda RECLAMAR DELE (SERVIÇO),
[cobrar 30 cêntimos por minuto] não é cobrar o custo das chamadas, é dispor (e impor-nos)
abusivamente de um SERVIÇO DE CHAMADAS DE VALOR
ACRESCENTADO
- que se soma aos lucros (?) obscenos de um serviço público essencial
- e que são depois arbitrária e perdulariamente distribuídos por yuppis serôdios de catálogo tele ou fotonovelesco (sim, refiro-me ao Zeinal Bava) que se movimentam nas autênticas Las Vegas que são as administrações destas concessionárias [1]…
- que se soma aos lucros (?) obscenos de um serviço público essencial
- e que são depois arbitrária e perdulariamente distribuídos por yuppis serôdios de catálogo tele ou fotonovelesco (sim, refiro-me ao Zeinal Bava) que se movimentam nas autênticas Las Vegas que são as administrações destas concessionárias [1]…
- Quando um
reformado ( ~400 euros/Mês) tem no seu cartão de telemóvel recarregável
UZO ou TMN (p/ex.) um saldo de 3,20 euros,
TEM UM PLAFOND de 40 chamadas
de um minuto para
coisas como,
- Filho/a,. dormi bem e sinto-me bem…
- Filho/a, passei
menos bem noite, logo ao vires do trabalho, se puderes,..
- Filho/a, tive um
pesadelo e fiquei assustado/a, diz à Luizinha se ao vir da escola passa aqui e
toma um chá comigo…
Pode fazer 40 chamadas destas com aquele saldo (3,20€)!!!
mas se tiver que ligar para o 16200 - um serviço para onde não se consegue fazer chamada praticamente nenhuma (ou para nada) que não exceda os 10 minutos, e muitas delas podem chegar a uma hora
- seja porque está sem serviço, seja para reclamar de qualquer outra matéria pertinente e de seu direito,
começa a ser-lhe extorquido um euro a cada 3 minutos e sendo o saldo o tal de 3,20€, ao fim de 10 minutos acaba o saldo e a chamada, pura e simplesmente cai!
O - a reclamação - fica a meio, e o clone que trabalha na empresa de outbound da PT (os famigerados call-centers da Pt [2]) nem sequer ligou de volta para ao menos completar/terminar a diligência;
e o/a desgraçado/a ficou sem poder fazer sequer uma só chamada de um minuto
para pedir, por exemplo, filho/a, carrega-me o telemóvel, p.f., fiquei sem saldo p/ex.)…
- Sr(s) Zeinal(ais) Bava(s), O Senhor(es) não tem (^) vergonha?...
- Senhores responsáveis pela regulação, V/Excªs a quem o TC, a bem da Igualdade,
(também) manteve a subsidiação das despesas das Vossas férias do Vosso Natal ainda
que quem vos subsidia seja quem já nem para o dia a dia ganha o suficiente,
ou ainda este/a reformado/a com mais impostos e contribuições
(p/ex. 23% de Iva sobre uma das poucas fontes de cálcio por via não medicamentosa a que um/a pobre reformado/a pobre poderia recorrer, enfim, um queijico de bola, dito flamengo, um luxo tributado - a bem da Igualdade - e da subsidiação das Férias e do Natal de quadros médios e superiores da função pública),
ou ainda este/a reformado/a com mais impostos e contribuições
(p/ex. 23% de Iva sobre uma das poucas fontes de cálcio por via não medicamentosa a que um/a pobre reformado/a pobre poderia recorrer, enfim, um queijico de bola, dito flamengo, um luxo tributado - a bem da Igualdade - e da subsidiação das Férias e do Natal de quadros médios e superiores da função pública),
- V/Excias, perguntava-se, estão a
olhar para onde e a fazer (ou regular) o quê?...
- Sr(s) Ministro(s), Sr(s) Deputado(s) não se
preocupe(m):
a gente não (V)o(s) culpa (só) por isto !!!
.......................................................................................................................................................
[1] – a PT pouco mais é de que um gigantesco escritório de gestão de participações sociais e de externalizações, subcontratos, outsourcings e outbounds...
... podiam também externalizar os lucros, não era?...e as IPSS dariam conta, seguramente, de uma aplicação justa e humanitária dessas externalizações…
... podiam também externalizar os lucros, não era?...e as IPSS dariam conta, seguramente, de uma aplicação justa e humanitária dessas externalizações…
[2] – Privilégios, monopólios, oligopólios… Bom!, pide e presos políticos (Liberdade!)
à parte – obviamente - nós afinal derrubamos o corporativismo (Estado Novo,
Tenreiros, Melos e correlativos), porquê,
que eu já não me lembro?...
.....
________________________________________________________________________________________________________
Responsabilidade
política, jurídica e civil do secretariado do Projecto Uso&Abuso – Observatório dos Direitos de Consumo (Assoc. PROCIDADE)
domingo, 24 de julho de 2011
"É imoral e insultuoso" ( ref. ao Presidente da CGD, Jul 2011)
“[...] a liberdade bancária – por uma errada aplicação da força especulativa, por um desvio originado na cobiça natural; desvio que a lei consente por abandonar à anarquia a organização do serviço de crédito, por o tornar dependente de uma especulação que, posta ao abrigo da ruína do crédito pessoal por meio do limite da responsabilidade, se torna desde logo em vertigem de empresas de jogo, e afinal de roubos [...] a agiotagem provocada por uma legislação excessivamente livre[…] capitalização excessiva por parte do Governo, que excedeu o que as forças económicas do país comportavam”…
Oliveira Martins - 1877
...
Em plena - e gravosa - crise, com os índices de pobreza (e fome!) a subir a cada dia, com a coesão social literalmente desfeita,
- o preçário de comissões que a CGD utiliza como um código contributivo com poder de retenção directa tem 112 páginas;
- pratica mais comissões e mais caras que as das demais "caixas";
- e que atingem o dobro (em espécie ou natureza e em valor) quando comparados com a chamada banca comercial (banca para os mais ricos ou menos pobres);
- onde pontificam comissões de serviços inverosímeis, inventados e pelas quais a CGD se auto-remunera com verbas que chegam aos 10% do salário mínimo nacional,
- ou a um um quinto do valor de uma renda mensal de um apartamento T2.
~---~
O presidente da Caixa Geral de Depósitos considera que as autoridades europeia devem reagir ao "ataque" da Moody's. Faria de Oliveira: descida do rating "é imoral e insultuosa"
06/07/2011 | 07:17 | Dinheiro Vivo
Oliveira Martins - 1877
...
Em plena - e gravosa - crise, com os índices de pobreza (e fome!) a subir a cada dia, com a coesão social literalmente desfeita,
- o preçário de comissões que a CGD utiliza como um código contributivo com poder de retenção directa tem 112 páginas;
- pratica mais comissões e mais caras que as das demais "caixas";
- e que atingem o dobro (em espécie ou natureza e em valor) quando comparados com a chamada banca comercial (banca para os mais ricos ou menos pobres);
- onde pontificam comissões de serviços inverosímeis, inventados e pelas quais a CGD se auto-remunera com verbas que chegam aos 10% do salário mínimo nacional,
- ou a um um quinto do valor de uma renda mensal de um apartamento T2.
~---~
O presidente da Caixa Geral de Depósitos considera que as autoridades europeia devem reagir ao "ataque" da Moody's. Faria de Oliveira: descida do rating "é imoral e insultuosa"
06/07/2011 | 07:17 | Dinheiro Vivo
O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) considera “imoral e insultuosa” a descida do ‘rating’ de Portugal anunciada na terça-feira pela agência de notação financeira Moody’s..."
~---~
Faria de Oliveira ganha por ano na CGD uns módicos e moralmente aplaudíveis 372 mil euros/ano, antes de prémios e comissões...
~---~
Diz a Catarina que “na caixa os benefícios crescem à medida que aprofunda o seu relacionamento com o Banco”
Sabendo-se que o dinheiro que cada pequeno depositante tem na sua conta à ordem é integrado numa série de instrumentos de “dinheiro desmaterializado” e eficazmente “aplicado” pelo banco numa pluralíssima série de operações de curtíssimo prazo e em seu (dele, banco) estrito benefício, é escandaloso e ultrajante como não só não reparta esses benefícios com os pequenos depositantes como ainda os tribute e puna quando impedem o banco de extrair esses mesmos lucxros a seu gosto e bel-prazer.
Realizadas no regime de “Overnight”e assim fazendo jus à máxima que diz que “os negócios da noite são os que dão mais dinheiro”, quando por cá é noite e madrugada (ou dia e hora não útil para o banco), até em feijão e costeletas de porco ossadas e desossadas o banco investe esses saldos, retirando dessa especulação chorudos proventos que não são para distribuir pelos clientes, mas sim pelo larguíssimo corpo de administradores e directores. É por isso que esta banca precisa que se aprofunde o relacionamento. Estes pequenos saldos do mosaico social que compõe as contas da CGD é tão ou mais valioso que a garimpa aurífera para o contratador dos garimpeiros: Que os estudantes, os reformados, a camada mais baixa do funcionalismo público, isto é, os mais pobres, lá deixem o seu parco dinheiro “à ordem” dela CGD, para esta investir, fundear, especular. Em paga, não só não dão, como aprofundam o comissionamento ao ponto de se cobrarem pela mais insignificante operação de uma comissão igual ou superior a 10% de um salário mínimo nacional. Por uma operação que dá menos trabalho e despesa que servir um café numa cafetaria!!!
Ao abrigo do tal preçário de 110 páginas que, supostamente, o cliente deve conhecer antes e que, afinal, nem os próprios funcionários conhecem... depois!
Na altura das graves crises financeiras (mormente a de 1876) no seio das quais nasceu a própria CGD, escrevia assim Oliveira Martins (DG de 28 Fev 1877):
“[...] a liberdade bancária – por uma errada aplicação da força especulativa, por um desvio originado na cobiça natural; desvio que a lei consente por abandonar à anarquia a organização do serviço de crédito, por o tornar dependente de uma especulação que, posta ao abrigo da ruína do crédito pessoal por meio do limite da responsabilidade, se torna desde logo em vertigem de empresas de jogo, e afinal de roubos [...] a agiotagem provocada por uma legislação excessivamente livre[…] capitalização excessiva por parte do Governo, que excedeu o que as forças económicas do país comportavam”…
Nesta altura já existia o Banco de Portugal mas não era estritamente regulador, antes concorria com os restantes bancos e casas bancárias.
Cento e trinta anos volvidos, o Banco de Portugal é estritamente regulador. E o que faz, o que regula, o que é que é diferente hoje em termos de especulação e “vertigens de casa de jogo e roubo op.cit) ”?...
E que moral e ética pratica hoje a CGD, que cultura financeira e responsável pratica o Banco que nasceu para equilibrar/ou sanar quer as más práticas e o quer o estado de coisas de há 130 anos?
Que responsabilidade histórica demonstra?...
Há semanas, o Presidente Faria da CGD, o “dono da cadeira”, patrão de directores e feitores continuamente nomeados e remunerados, modicamente remunerado com uns moralmente aplaudíveis 370 mil euros ano antes de prémios e comissões, denunciava que o corte de rating da Moody’s como imoral e insultuosa.
Esta ordem não é gratuita, de facto antes da própria Lei há outra ordem de normas que rege a sociedade, as pessoas entidades e instituições, incluindo as bancárias: a moral. E segundo o presidente da CGD, atribuir uma dada classificação pode ser imoral ou insultuoso.
Mas nada encontra ou revela de censurável nas práticas da CGD quando em duas comissões inverosímeis “saca” sem aviso da conta de um jovem a alimentação de uma semana. Não são censuráveis estes impostos ocultos e obscuros praticados para fazer uma Política de Redistribuição de Riqueza Inversa (à semelhança dos governos neoliberais de agora ou de há bocado): tirar, a quem tem pouco, muito!, para distribuir pelos “nomeados” que, tendo muito, o que recebem é sempre pouco...
o secretariado
~---~
Faria de Oliveira ganha por ano na CGD uns módicos e moralmente aplaudíveis 372 mil euros/ano, antes de prémios e comissões...
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Diz a Catarina que “na caixa os benefícios crescem à medida que aprofunda o seu relacionamento com o Banco”
e é a mais pura verdade, se falamos dos benefícios da Caixa e dos daqueles que para a mesma são nomeados. Aliás, bem poderia a Catarina dizer que”na caixa os benefícios crescem à medida que aprofundamos o nosso relacionamento com a sua conta”.
Mas para o titular da conta, não é verdade, bem pelo contrário. Analisamos dois anos do extracto de conta de um estudante universitário e ficamos bem esclarecidos sobre os benefícios, quem beneficia e como e até onde pode chegar o aprofundamento do banco: nem as perfuradoras petrolíferas se mostrarião tão eficientes.
Sabendo-se que o dinheiro que cada pequeno depositante tem na sua conta à ordem é integrado numa série de instrumentos de “dinheiro desmaterializado” e eficazmente “aplicado” pelo banco numa pluralíssima série de operações de curtíssimo prazo e em seu (dele, banco) estrito benefício, é escandaloso e ultrajante como não só não reparta esses benefícios com os pequenos depositantes como ainda os tribute e puna quando impedem o banco de extrair esses mesmos lucxros a seu gosto e bel-prazer.
Ao abrigo do tal preçário de 110 páginas que, supostamente, o cliente deve conhecer antes e que, afinal, nem os próprios funcionários conhecem... depois!
Na altura das graves crises financeiras (mormente a de 1876) no seio das quais nasceu a própria CGD, escrevia assim Oliveira Martins (DG de 28 Fev 1877):
“[...] a liberdade bancária – por uma errada aplicação da força especulativa, por um desvio originado na cobiça natural; desvio que a lei consente por abandonar à anarquia a organização do serviço de crédito, por o tornar dependente de uma especulação que, posta ao abrigo da ruína do crédito pessoal por meio do limite da responsabilidade, se torna desde logo em vertigem de empresas de jogo, e afinal de roubos [...] a agiotagem provocada por uma legislação excessivamente livre[…] capitalização excessiva por parte do Governo, que excedeu o que as forças económicas do país comportavam”…
Nesta altura já existia o Banco de Portugal mas não era estritamente regulador, antes concorria com os restantes bancos e casas bancárias.
E que moral e ética pratica hoje a CGD, que cultura financeira e responsável pratica o Banco que nasceu para equilibrar/ou sanar quer as más práticas e o quer o estado de coisas de há 130 anos?
Que responsabilidade histórica demonstra?...
Há semanas, o Presidente Faria da CGD, o “dono da cadeira”, patrão de directores e feitores continuamente nomeados e remunerados, modicamente remunerado com uns moralmente aplaudíveis 370 mil euros ano antes de prémios e comissões, denunciava que o corte de rating da Moody’s como imoral e insultuosa.
Esta ordem não é gratuita, de facto antes da própria Lei há outra ordem de normas que rege a sociedade, as pessoas entidades e instituições, incluindo as bancárias: a moral. E segundo o presidente da CGD, atribuir uma dada classificação pode ser imoral ou insultuoso.
Mas nada encontra ou revela de censurável nas práticas da CGD quando em duas comissões inverosímeis “saca” sem aviso da conta de um jovem a alimentação de uma semana. Não são censuráveis estes impostos ocultos e obscuros praticados para fazer uma Política de Redistribuição de Riqueza Inversa (à semelhança dos governos neoliberais de agora ou de há bocado): tirar, a quem tem pouco, muito!, para distribuir pelos “nomeados” que, tendo muito, o que recebem é sempre pouco...
Quem põe cobro nestes roubos, nestas extorsões em massa, quem os leva a tribunal???
o secretariado
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